Feiras surgiram antes de Cristo



Vai fazer feira hoje? Que tal dar um aperto de mão e um abraço naquele que lhe fornece frutas, verduras, legumes e carnes fresquinhas? Hoje, 25 de agosto é Dia do Feirante. 

    A venda e a troca de produtos ao ar livre existem desde a antiguidade. Há relatos históricos que remontam a 3000 a.C. Mas, o modelo de feira livre tal qual o conhecemos hoje em dia apareceu  a partir do século XI. Já no Brasil, surge com o início da colonização do Brasil, a partir do século XVI, trazida pelos colonos portugueses. Em Sergipe, as primeiras feiras livres estão intimamente ligadas ao surgimento de Sergipe del’Rey.

    Impreciso – Segundo a Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), existem em Aracaju 33 feiras livres e um número impreciso de feirantes distribuídos em todos os bairros da capital. De acordo com a Emsurb, há feiras com 20 bancas e outras com até 600 feirantes.

    Mercados Centrais – O primeiro mercado de Aracaju foi o Antônio Franco,  inaugurado, em 1926 e tendo ficado, conhecido como Mercado Modelo. A obra foi chamada de Mercado Antônio Franco, nome do empresário que investiu em sua construção.

    No início, era um lugar de varejo popular, onde eram comercializados não apenas produtos industrializados, como também carnes, queijos, doces, mandioca, ervas e produtos relacionados aos cultos afrobrasileiros. 

    Em 1948, foi construído o mercado auxiliar, chamado de mercado novo, que recebeu o nome do famoso industriário Thales Ferraz e tinha linhas arquitetônicas bastante semelhantes às do mercado anterior.

    Só no final do século XX, com o projeto de revitalização proposto pela Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA) em parceria com o Governo do Estado para o Centro da cidade, foi construído o Mercado Albano Franco, já com uma arquitetura bastante diferente dos outros dois. Hoje abriga cerca de 2,5 mil feirantes.